NÃO SEI SE SÃO BOAS POR SEREM SIMPLES OU SENDO A SIMPLICIDADE O BOM?
Dúvida nada cruel, pois as
festinhas juninas que são realizadas em nossa região empolgam e engrandece a
identidade de nosso povo, enamorados pela época, de uma forma que nos mostra
quem somos, de onde viemos, o que estamos fazendo e para onde queremos ir.
Sim mais tem a seca... E daí?
Somos fortes e depois das ultimas secas que eu vir irmãos meus passarem fome,
que foi a de 93 e 98, o nordeste é frequentemente motivo de reportagem sobre a
seca, porém com uma conotação diferente, não vemos nossos irmão comendo xiquexique
para sobreviver, LULA pode ter errado em muitas áreas, todavia na distribuição
de renda aos mais pobres não, para um brasileiro que recebe seus R$ 1000,00 por
mês, só isso, R$ 50,00 não é nada mais que uma esmola, entretanto quanto não se
tem nada e sabe-se que vai receber estes míseros R$ 50,00, este é sim uma ajuda
muito bem vinda, saiam de seu conforto e vão nas comunidades mais próximas para
ver e sentir...
Mas voltando aos casos da mídia,
a seca que assola o nordeste, mostram animais morrendo de fome, entretanto nós
agricultores estamos nos preparando para enfrentar a seca? Pois o item básico de
quem vai criar cabras, por exemplo, não é apascentacão destas? Outra hora vamos
falar mais sobre este tema.
Voltando ao assunto principal, uma
simples brincadeira que é a quadrilha junina, com casamento de matuto e tudo, nos fica claro que une as pessoas
de uma rua, de uma escola, de uma comunidade rural, de um município, de uma
região. Muitas pessoas que não tiveram isto como parte de suas vidas podem até
achar que é coisa de matuto, como os Nonatos cantam “é Brega mais é bom” e se é
bom tende se espalhar, não pelas piadas com nordestino que a Rede Esgoto (Globo)
faz, mas sim pela galinha de capoeira com pamonha de ontem na Casa de Sebastião
e Inês, pais de nosso grande amigo e defensor dos bons costumes nordestino, o socialista
Sebastião Filho, nosso querido Didinha, que era mais um no meio de moradores empolgados,
de sorriso fácil, trabalhadores e organizadores do São João da Rua José Felix Sobrinho
na cidade de Parari.
Estão todos de parabéns, na
pessoa de Didinha, cumprimento a todos e todas da Rua e porque não da cidade de
Parari que realizaram a mais característica de nossas expressões culturais, outra
característica lá expressa, foi a hospitalidade típica do caririseiro de sangue
puro, onde não devemos sair de sua casa sem comer, olhe que comida tinha muita,
se tinha milho? Sim, Claro, cozido, na forma de pamonha e bolo, além de pé de
moleque, caldo de mocotó de boi, fava, bode assado, esta representa outra de
nossas “cara”, o caririseiro é “barriga cheia”, sendo esta expressão onde mais
me esbaldo.
A animação ficou por conta do
Poeta Jonas, a potência poética de Parari e nossa grande querida Dorinha do
Forró, ambos mostraram as mais belas canções do autentico forró.
O bom também foi o “buxixo”
político, pois este é um ano diferente... tinha isto também e muito, só se via
eram as barracas cheias, cada qual na sua, mais uma coisa bonita que percebi
foi a cordialidade este os candidatos.
Parabéns a todos e todas da
Rua José Felix Sobrinho de Parari.
Alegria na entrada do Arraiá
Dindinha e Sua Noiva Adriana
Os noivos do Casamento matuto, Cristano de Juracir e Roselia
Olha o Poeta Jonas no Triango e sua banda, na Zabumba meu "irmão" Igor.
Proibida a reprodução
das fotos desde que citada a fonte: Genilson B Brito.
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